Esquecimento!

Este poema não é composto de flores e amores.
É composto de sangue e ímpeto.
Socos.
Pés cansados.
Braços brutais contra o vento.
É a tempestade, o raio, o trovão.
É o vão que se acumulou no peito.
Este poema é sobre aqueles que gritam.
se desesperam, duvidam e quebram os vidros
sobre aqueles que caíram do nicho do esquecimento.