Categoria: Poesias

“Mulher!”

Para ser mulher trouxe comigo a lembrança de um abraço, um carinho, um afago Um beijo de mãe, de vó, de tia… Para ser mulher trouxe os caminhos pisados por mulheres. Caminhos que meus pés reinventam, parindo de si mesmos novas direções. Para ser mulher trouxe comigo os olhos atentos, brilhantes e curiosos Observei muito …

Continue lendo

Alma Antiga!

Sou do vento, do tempo, dos antigos cheiros. Amante do sol, das terras perdidas, parte das batalhas das guerras pagãs. Quero as essências! Alquimias sagradas, profanos versos dos sangues pisados. Rubros! Rubros! Sou parte das brumas. Feitiços violados, das bruxas, sou dona. Vermelho! Vermelho! Das paixões internas, dos conflitos profanos, das canções, razão; das profecias, …

Continue lendo

Vieste!

Eu pedi que você viesse e trouxesse-me em seus olhos. Sem palavras exatas, entre os versos e indecisões do crepúsculo, você veio. Trouxe- me o céu: o seu. Trouxe-me suas estrelas. O firmamento inteiro no jeito particular de definir- me, na forma mágica de decifrar-me, sem chegar à pele. Eu pedi que você viesse e …

Continue lendo

Manhã!

“Desenha uma manhã, ainda que imperfeita, mas onde nos caiba e, em ti, eu esteja!” (M. L.)

Eu?

Eu? Incógnita de mim. Insolúvel teorema. Solução e problema. Simplicidade. Complexidade. Imperfeição! Eclipse solar. Lunar. Total, parcial. Penumbra! A busca da claridade. Não e sim. Começo, meio(aturdida) e fim. Ilha perdida. Arquipélago da vida. Barco à vela. À deriva. Onde ancorar? Brilho do sol. Arrebol. Crepúsculo e cores. Primavera. Beija- flores. Borboleta que sonda. Flor …

Continue lendo

Saudade Imensa

Recomeço!

(…) Recomeço do agora sem pressa, sem hora, vazia do ontem, esquecida do outrora, fechada às lembranças, lacradas, fincadas no cerne baldio do meu coração. (…)

Fragmentos!

(…) De repente, a madrugada anuncia a alvorada: branca, esquálida, pálida. Um outdoor na calçada clareia minha inspiração. Vejo a noite virar dia, a lua virar sol, melodia ser canção, sinfonia, arrebol e os versos captados de onde se pôde chegar compõem o poema-magia: sonhos que ainda irei sonhar.

Preciso de Tempo!

Preciso do tempo! Devagar, a contento, levando-me a passo lento por cantos que nunca vi. Que venha de encontro ao vento e em um alento, comigo se deixar levar: permitir-se atrasar, extrapolar limites, parar os pêndulos, calar as horas, deixar-me passar. Tempo bendito, preciso, ainda que em mar revolto, dar-me a mão para atravessar, atracar …

Continue lendo

Fragmentos!

(…) Caminhei lugares intransitáveis. Ultrapassei limites além do que o sonho permite. Transpassei minhas finitudes, minhas altitudes e latitudes, estes chegares da ciência e do avanço, que avançam mais do que posso e alcanço. Nada encontrei além das longitudes que desbravei. Perguntas com respostas não contundentes. Respostas evasivas, não convincentes. Ou nada de respostas! Evasivas, …

Continue lendo

Carregar mais